Terapia individual
Um espaço dedicado para você. Encontros semanais para explorar sentimentos, padrões e possibilidades.
Me chamo Luísa Weiss e sou psicóloga clínica. Meu trabalho é te ajudar na construção de uma vida com conexão, presença e sentido. Fique à vontade para explorar esta página e conhecer mais sobre mim.

Fique por aqui se você está em busca de psicoterapia:
Um espaço seguro para ser quem você é.
Realizada a partir das abordagens da Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia do Esquema.
Presencial no Rio de Janeiro e online.

Alguns exemplos de desafios que você pode estar enfrentando e para os quais a psicoterapia pode ser importante:
CRP
05/60887
Consultório
Rio de Janeiro e online
Horário de atendimento
Seg a Sex · 9h às 18h

Tudo começou com uma menina de seis anos, Luísa, que entrou em um processo de psicoterapia, e descobriu o quanto esse espaço pode transformar uma vida. Foi essa experiência que me tornou a pessoa sensível, emocionalmente consciente e aberta a mudanças que sou hoje. E que, anos depois, me trouxe até o outro lado, na cadeira de terapeuta.
Na hora de escolher uma profissão, tive dúvidas, mas segui meu coração e o desejo de cuidar da saúde mental de outras pessoas, acompanhando suas histórias de perto. Porque acredito que somos feitos de histórias, e são elas que carregamos por toda a vida.
Formei-me em Psicologia pela UFRJ, onde tive contato com professores e experiências que ampliaram minha forma de enxergar o cuidado em saúde mental. Ainda na faculdade, entrei para um grupo de pesquisa em Transtorno de Estresse Pós-Traumático no IPUB/UFRJ e me apaixonei por acompanhar pessoas que carregavam dores ligadas a experiências muito difíceis. Foi ali que comecei a entender como certos padrões de pensamento, emoção e comportamento se repetem, muitas vezes sem que a própria pessoa perceba. E me interessei cada vez mais por decifrá-los ao lado de cada paciente.
Esse interesse me levou a estágios voltados para a Terapia Cognitivo-Comportamental e à Terapia do Esquema, abordagens nas quais me especializei e me formei.
Depois de formada, não parei de estudar: fiz um treinamento internacional em Terapia do Esquema, onde aprofundei minha compreensão sobre como os vínculos que construímos ao longo da vida moldam quem nos tornamos, inclusive na forma como amamos e nos relacionamos. Isso me levou a me especializar também em Terapia do Esquema para Casais, e mais recentemente em Chairwork Psychotherapy (Level 1), uma abordagem que amplia as possibilidades de transformação dentro do consultório.
Hoje, com mais de seis anos de experiência clínica, meu trabalho é dedicado a pessoas que carregam histórias, cobranças e dores, seja no trabalho, nos relacionamentos, na maternidade ou na busca por se entender melhor.
Meu compromisso é acolher essas histórias e caminhar ao lado de cada paciente na construção de uma vida com mais sentido, leveza e autoconhecimento.
Graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Estágio e colaboração com a Equipe de Trauma e Estresse do Laboratório Integrados de Pesquisa do Estresse (LINPES) no Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB).
Estágio e colaboração na Clínica Espaço Clif no Rio de Janeiro.
Estágio na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro.
Especialização em Terapia Cognitivo-Comportamental pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).
Formação em Terapia do Esquema pela Wainer Psicologia / NY Institute of Schema Therapy
Formação em Terapia do Esquema para Casais pelo Instituto de Teoria e Pesquisa em Psicoterapia Cognitivo-Comportamental (ITPC).
Treinamento Internacional em Terapia do Esquema pela International Society of Schema Therapy
Certificação Internacional em Chairwork Psychoterapy - Level 1 pelo Chairwork Psychotherapy Initiative
Cada pessoa chega com uma história. Aqui você encontra um espaço adaptado ao que você precisa. Sem pressa, sem julgamento.
Um espaço dedicado para você. Encontros semanais para explorar sentimentos, padrões e possibilidades.
Cuidado com o vínculo. Um lugar para conversar, escutar e reconstruir a comunicação com quem você ama.

Trabalho com a Terapia Cognitivo-Comportamental e a Terapia do Esquema, abordagens baseadas em evidências que ajudam a identificar padrões, compreender emoções e construir novas formas de se relacionar consigo, com o mundo e com as pessoas. Durante as sessões, olharemos para você, sua história, seus valores e objetivos.
Realizo atendimentos na modalidade online e presencial no Rio de Janeiro. Meu compromisso é oferecer um espaço onde você se sinta segura para explorar, refletir e transformar sua maneira de viver a vida. Respeitando sempre seu tempo e ritmo.
Neste primeiro encontro falaremos sobre o que te trouxe até aqui e os objetivos que gostaria de alcançar através da psicoterapia. Você também poderá tirar qualquer dúvida que tenha sobre o meu trabalho, ou mesmo o processo terapêutico.
Reflexões clínicas e científicas que reúnem temas do cotidiano da prática psicológica.
Apoio social pode ser definido como o suporte emocional ou prático oferecido por familiares, amigos ou até profissionais de saúde sob forma de afeto, companhia, assistência e tudo o que promove sentimentos de amor, cuidado, valorização e segurança.
De acordo com a literatura, existem duas hipóteses que explicam a associação entre saúde mental e apoio social. A primeira refere que o apoio social afeta diretamente a saúde mental. Já para a segunda, o apoio social funciona de forma a mediar o estresse, levando a mudanças em seu impacto. Dessa forma, aquele que possuí alto nível de apoio social, responde mais positivamente a situações estressantes, comparado a outros que não possuem este tipo de recurso.
O apoio social pode, portanto, tornar o indivíduo hábil para lidar com eventos e condições estressoras. Funcionando, dessa maneira, como agente protetor contra os transtornos mentais comuns, que são considerados transtornos de sintomas somáticos, de ansiedade e de depressão.
Pesquisas mostram que o apoio social é extremamente importante na manutenção da saúde física e mental, mesmo na presença de fatores como a genética, o desenvolvimento e o próprio ambiente. E pode até mesmo reduzir a suscetibilidade individual para enfermidades. Além disso, através de estudos epidemiológicos, é possível observar também que redes de apoio social se encontram entre as principais condições que diminuem a vulnerabilidade aos transtornos mentais comuns.
Um estudo (Tesfahunegn & Gebremariam, 2019) mostra que estudantes com baixo nível de apoio social tem três vezes mais chance de desenvolver transtornos mentais comuns, comparados a estudantes que possuem alto nível de apoio social. Outra pesquisa (Costa & Ludermir, 2005) mostrou que a prevalência de transtornos mentais comuns é aproximadamente 20% maior em pessoas com baixo nível de apoio social, em relação aos que possuem alto nível. Também é possível afirmar, conforme a literatura, que aquele que se considera amado e cuidado por familiares, amigos e/ou companheiros terá mais chances de possuir baixos níveis de ansiedade e depressão, além de melhor adaptação a circunstâncias particulares de estresse. Dessa forma, quanto mais forte a rede de apoio social, menores chances de possuir um transtorno mental comum.
Essa rede pode ser definida a partir de fatores como: participação em esportes ou prática artística, possuir ou não um companheiro, número de familiares em quem se confia e frequência em grupos religiosos onde há redes de apoio social. Portanto, pode-se concluir que a implementação dessas atividades no cotidiano pode funcionar como fator de proteção para o desenvolvimento de transtornos mentais comuns.
A rede de apoio social, desse modo, preserva o indivíduo em seus aspectos físico, mental e afetivo, baseando-se em evidências que indicam seu papel na manutenção da saúde, na prevenção contra doença e como agente favorável a recuperação.
O Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) pode ocorrer após a exposição a uma situação traumática, sendo o indivíduo vítima ou observador do evento. Essas situações devem envolver obrigatoriamente ameaça a vida ou a integridade física da pessoa, que sente uma sensação intensa de medo. Os sintomas associados ao TEPT devem ter duração superior a um mês, e envolvem reviver o trauma constantemente, irritabilidade, inquietação, dificuldades de concentração e no sono, além de o indivíduo evitar locais, pessoas e objetos que o façam lembrar do evento traumático. Portanto, é um transtorno que gera prejuízo significativo na vida de qualquer humano.
O Transtorno de Estresse Pós-Traumático Complexo (TEPT Complexo), é um diagnóstico que foi incluído recentemente (2018) pela Organização Mundial de Saúde na Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Ele envolve, além de todos os sintomas mencionados acima de TEPT, um comprometimento grave e generalizado na regulação emocional; crenças sobre si mesmo relacionadas a desvalor, diminuição e derrota, acompanhadas por sentimentos de culpa, vergonha ou ter falhado em relação ao evento traumático. Além disso, há dificuldades persistentes ao sustentar relações e estabelecer vínculos de proximidade com outros. Levando, portanto, a prejuízos significativos na vida pessoal, familiar, social e ocupacional.
Essa nova formulação surgiu com uma autora chamada Judith Herman (1992), que sugeriu a necessidade de uma nova nomenclatura que abarcasse as sequelas de traumas prolongados e repetidos, que geralmente ocorrem quando a vítima é incapaz de fugir e se encontra sob controle de seu agressor. Não é necessário que o indivíduo passe por um trauma prolongado e repetido para desenvolver TEPT Complexo, mas parece ser mais comumente presente nessas populações. Exemplos de tais condições incluem prisões, campos de concentração e campos de trabalho escravo. Além de bordéis, outras instituições de exploração sexual e em algumas famílias. Ademais, clínicos que tratam sobreviventes de abuso infantil também enxergaram a necessidade de expandir o conceito diagnóstico de TEPT. Conforme a autora, a vítima ao ser isolada nesses contextos, se torna dependente de seu agressor, tanto para sua sobrevivência e necessidades básicas, como para obter informações. Isso pode portanto, produzir um vínculo de identificação entre a vítima e o agressor, o que chama de “ligação traumática”, e isso pode proporcionar um apego da vítima a própria pessoa que está ameaçando sua vida. Esse fenômeno pode ocorrer entre uma mulher agredida ou abusada e seu agressor, assim como uma criança abusada e seu pai abusivo. Além disso, esses sobreviventes tem alto risco de se colocar em situações potencialmente perigosas, seja de forma auto-infligida ou nas mãos de outros.
Ademais, é importante mencionar que, diagnóstico de depressão é muito comumente atribuído a sobreviventes de abuso prolongado, e a conexão com o trauma pode não ser algo investigado. Por isso, há grande importância no processo de receber o/os diagnóstico(s) e tratamento adequados para cada paciente.
Passar por uma situação triste, humilhante ou mesmo desagradável de alguma forma, já é com toda certeza doloroso, pois pode gerar raiva, tristeza, culpa ou qualquer outra emoção desconfortável. Mas, se ainda somos tomados por pensamentos persistentes relacionados a esse acontecimento passado, a tendência é nos sentirmos cada vez pior.
Esses pensamentos persistentes são geralmente negativos, críticos (conosco, com as pessoas ou com o mundo) e não dirigidos para a solução de problemas. O termo utilizado para denominar esses pensamentos persistentes é ruminação mental. Ela envolve um foco repetitivo e contínuo nos sentimentos negativos e nos sintomas do estresse, além das causas e consequências desses sintomas. É utilizada como uma estratégia comportamental disfuncional para lidar com problemas, e não permite a consideração de soluções ou estratégias adaptativas para confrontá-los, gerando um bloqueio da ação.
A ruminação mental pode se tornar um fator de risco para o agravamento do estresse ou dos sintomas da depressão. Isso ocorre, justamente por seu efeito perpetuador de emoções desagradáveis, muitas vezes derivadas de pensamentos negativos, o que pode levar a um círculo vicioso da ruminação. Além disso, seu foco tende a se dar de forma crítica, salientando perguntas do tipo “Por que esta situação aconteceu comigo?”, sem dar enfoque em aspectos que levariam a resolução do problema.
Portanto, é importante ressaltar que a ruminação pode se dar de forma natural, ou seja, todos podemos ter esse tipo de pensamento sobre acontecimentos passados. O problema é quando se torna algo frequente e generalizado, prejudicando o funcionamento daquele que sofre desse padrão.
Há necessidade, portanto, de uma crescente investigação quanto a estratégias que auxiliem na redução da ruminação mental. Algumas delas, utilizadas na Terapia Cognitivo-Comportamental, seriam: a regulação emocional, assim como a resolução de problemas, que são estratégias de extrema importância para promover o confronto com dificuldades, mas também na prevenção de padrões disfuncionais. E, além disso, a Atenção Plena, que é cada vez mais estudada, principalmente quanto a seus benefícios para lidar com a raiva, a ansiedade e também com a ruminação mental.
Vídeo explicativo do canal Minutos Psíquicos sobre a ruminação mental: assistir vídeo.
Ansiedade ocasional é algo que faz parte da vida. Você pode se preocupar com saúde, dinheiro, problemas de família, problemas sociais e outros fatores. Porém, pessoas com Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) ficam extremamente preocupadas, ou nervosas em relação a essas e outras situações, mesmo quando existem poucas ou, até mesmo, nenhuma razão para se preocupar. Indivíduos com TAG acham difícil controlar a ansiedade e manter o foco em suas atividades diárias.
Esse Transtorno é caracterizado por sentimentos de nervosismo, tremores, tensão muscular, sudorese, palpitações, tonturas entre outros. Além disso, frequentemente observa-se a presença de medo de que um grave acidente aconteça a um parente próximo ou a si mesmo, assim como o medo do adoecimento tanto de si, quanto de entes queridos. Pessoas com TAG também podem apresentar dificuldade de concentração, cansaço diário, problemas para relaxar, dores (de cabeça, musculares, no estômago ou inexplicadas), além de serem facilmente irritáveis.
A preocupação excessiva, observada no TAG, interfere na vida do indivíduo, prejudicando-o, já que geralmente, essas pessoas catastrofizam, antecipam desastres e estão superpreocupadas com questões da vida. Além disso, é importante entender que, pessoas que possuem o Transtorno de Ansiedade Generalizada não conseguem se livrar de suas preocupações, mesmo tendo consciência da excessiva ansiedade em relação aos problemas em geral.
A prevalência desse transtorno é duas vezes maior em mulheres do que em homens. Estima-se que 7% da população mundial sofre de TAG, porém, esse número deve ser maior, pois muitos procuram especialistas para tratar os sintomas físicos, antes de psicólogos ou psiquiatras.
Os sintomas podem melhorar ou piorar em diferentes momentos, e eles, geralmente, ficam piores em períodos de estresse, tais como doenças físicas ou ao vivenciar relações conflituosas. Sendo assim, quanto mais cedo diagnosticado o Transtorno de Ansiedade Generalizada, maiores são as chances de haver uma remissão dos sintomas, e assim o indivíduo volta a ter qualidade de vida.
O Transtorno de Ansiedade Generalizada, felizmente, possui tratamento, como a Terapia Cognitivo-Comportamental, que é fortemente recomendada, pois é considerada extremamente eficaz, em melhorar a forma de pensar do indivíduo sobre seus problemas e, consequentemente, seu modo de ver a vida. Um estilo de vida mais saudável também ajuda a combater a ansiedade, como procurar dormir bem, fazer exercícios físicos, comer uma dieta saudável e ter amigos e família que ofereçam apoio.
Vídeo em inglês do NIMH sobre transtornos de ansiedade (com legendas automáticas): assistir vídeo.